Adriana Sant’Anna fala sobre seu filho e casamento

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Adriana Sant’Anna, 25 anos, ganhou fama nacional ao participar do reality show Big Brother Brasil 11. No programa, envolveu-se com o participante Rodrigão, com quem casou. Hoje, Adriana se sente completa com a chegada do seu primeiro filho.

RP: Adriana Sant’Anna seu filho já está com 1 mês de vida, como você conseguiu administrar o susto de que talvez tivesse que enfrentar uma gravidez de risco?

Adriana: Na verdade, ele ainda não completou 1 mês ainda, está com 22 dias. Não tive uma gravidez de risco, na verdade em um dos exames que eu fiz, ele foi pré diagnosticado que ele teria uma certa coisa que eu não gostaria de falar. Foi bem no início da gestação e eu fiquei bem assustada, nós entramos em oração e graças a Deus deu tudo certo.

RP: Você ficou triste porque não pode ter seu filho de parto natural?

Adriana: No início eu fiquei bastante, quando eu descobri que não poderia ter o parto normal. Eu fique bem triste, cheguei inclusive a chorar bastante, porque a gente se preparou psicologicamente, a gente fez curso e era tudo que eu mais queria, mas infelizmente ou felizmente, foi da vontade de Deus, pois eu tive um problema que não poderia de maneira alguma ter o parto normal. Acabou que no final da gestão eu já sabia que eu teria que fazer cesárea. Então, no início eu fiquei um pouco triste, mas depois entendi, como tudo na minha vida era da vontade de Deus.

RP:Por que você queria ter o parto normal e viver essa experiência?

Adriana: Na verdade eu queria ter o parto normal para viver a emoção do parto, eu queria sentir as dores, eu queria viver aquilo. Não é porque sou defensora ou coisa do tipo. Era apena para vivenciar! Não que a cesárea a gente não vivencie, na verdade foi tudo lindo, mas o parto humanizado como a Dr. Viviane fala vai de acordo com a maneira que você reage no centro cirúrgico. Então assim, no meu parto a luz foi baixa, a temperatura estava o mais ambiente possível, então acabou que foi bem próximo do que eu queria.

RP: Os seus sentimentos foram transformando a cada dia, conte o que você sentiu, afinal, você não sabia qual era o sexo do seu filho?

Adriana: O sentimento você vai vivendo dia após dia. E eu fui vivenciando isso durante a gravidez, até porque mexe muito com os hormônios e com nossos sentimentos mesmo. Então, acaba que era engraçado no começo você conversar com a barriga e depois que você começa a senti-lo chutando, como se estivesse respondendo. Foi maravilhoso, foi uma delícia!

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RP: Por que vocês não quiseram saber o sexo?

Adriana: Porque queríamos ter a surpresa de não saber mesmo, pois toda a gravidez já foi planejada, então a gente queria uma coisa diferente, saber que queríamos um filho, mas ter a surpresa na hora do que era, sem programar, sem prepara enxoval. Tato é que quando ele nasceu, eu tive que sair igual uma louca para poder comprar roupa, porque ele não tinha as coisas direito.

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RP: O filho é do pai e da mãe, mas por carregarmos durante 9 meses, eles parecem mais nosso. O que você sentiu quando viu o rostinho dele pela primeira vez?

Adriana: Na verdade não concordo muito não com essa frase de que ele parece mais nosso, pois a todo o momento o Rodrigo foi tão presente que por mais que eu tenha carregado os 9 meses, é como se ele tivesse carregado junto comigo. Então eu não consigo ter essa diferença. E ao ver o rostinho dele foi uma emoção muito grande, foi muito lindo. Eu lembro de cada momento! Estava com o Rodrigo pai e quando ele apareceu nós ficamos encantados, pois ele tinha tanto cabelo, mas tanto cabelo, que foi a coisa mais linda.

RP: Como foi feita a escolha do nome do seu filho?
Adriana: Tínhamos combinado que eu escolheria o nome do menino e ele escolheria se fosse menina. E eu acabei escolhendo o nome em homenagem ao pai mesmo, mas acabou que foi uma surpresa para todo mundo.

RP: Você pretende ter mais filhos, uma menina?

Adriana: A gente pretende, lógico! Mas quando a gente acaba de ter um filho, eu pelo menos não consigo pensar muito nisso, pois tudo é tão novo, tão intenso, que é como se o seu tempo fosse ser consumido por esse bebê pelo resto da vida.

RP: Você é formada em odontologia, você pretende trabalhar?

Adriana: Na verdade eu não pretendo, mas a gente não pode dizer que não e nem nunca. É porque minhas prioridades hoje são outras né, mas o diploma eu tenho e posso a qualquer momento exercer a profissão, me atualizar, até porque quando você está parada você precisa se atualizar. Mas nesse momento não dá, pois eu teria que abrir mão de muitas coisas que não compensam neste momento.

RP: O que você não repetiria da sua educação, na educação do Rodrigo e por quê?

Adriana: Eu repetiria tudo! Porque eu me considero uma pessoa muito bem educada pela a minha mãe e por isso repetiria tudo.

RP: O Rodrigo pai te ajuda com os cuidados do bebê?

Adriana:Na verdade ele não me ajuda, ele cuida! Porque ajudar é uma coisa muito solta, parece que vem ajuda e vai embora. Mas ele cuida a todo momento. Na verdade até hoje só dei um banho nele, o resto é tudo o Rodrigo pai. Eu só dou de mamar e ele me deixa descansar.


Entrevista Por: le-belle_menorKarol Veiga

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